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B. O. ANIMAL

Página de Registros, o Blog B.O.Animal ajuda a denunciar e arquivar casos testemunhados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal para não se deixar esquecer dos agressores (nem sempre punidos) e cúmplices de maus tratos e ocultação da verdade. Além de oferecer matérias importantes e interessantes sobre a vida animal, saúde, idade, alimentação, receitas caseiras, tirando dúvidas entre leitores sobre tratamentos e socorros!

Demos o primeiro passo, buscamos apoio e lutamos por Justiça às Vítimas, fatos que foram testemunhados e registrados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal são divulgados e arquivados, não conheceríamos os três maiores criminosos de outra forma: CAMILA CORREIA, DALVA LIMA DA SILVA e CLÁUDIO CÉSAR MESSIAS.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Homem mata seu cão após denúncia de maus tratos - RJ

Vídeo chocante do estado do animal levou Ativistas, Polícia e Mídia ao encontro do Acusado

Negou acusação, matou e fugiu...

Ricardo da Silva Brandão foi denunciado por maus tratos ao seu cão da raça cocker spaniel após vizinho postar vídeo do estado do animal, na data do dia 13/01.

O cão de nome Bob estava muito debilitado, acorrentado em local sujo e com uma imensa ferida exposta no lombo (próximo à cauda do animal), comido por bicheiras. O vizinho contou que um mau cheiro que exalava da casa de Ricardo até a sua residência o fez averiguar a situação que levou até o animal.

Ativistas e Simpatizantes da Causa se reuniram para levar mídia e polícia ao local da ocorrência na Rua Otacílio Pedro Vasco, Parque Anchieta - Rio de Janeiro.

Foi atualizada uma denúncia de que o cão teria sido jogado morto e queimado em um campo do exército próximo ao bairro. Após buscas pelo local foi encontrado o corpo do suposto cão queimado e dentro de um saco de ração.

Para se livrar das acusações Ricardo teria matado Bob e se livrado de seu corpo após a denúncia. O acusado fugiu e não há notícias de seu paradeiro.

Bob tinha chances de sobreviver. Após resgate receberia todo o tratamento veterinário necessário através de uma Ong e posteriormente disponibilizado para adoção de posse responsável.

Uma das comprovações de maus tratos causados ao animal em longa duração (meses ou mais) é o fato da própria bicheira originada no cão:

Moscas e Larvas:

As moscas são atraídas por ferimentos, cortes ou mordeduras, odores e sujeira, onde deposita de 200 a 400 ovos. As larvas eclodem depois de 12-24 horas. Os animais, como por exemplo um cão, pode se tornar hospedeiro apenas por atrair as moscar pelo seu calor corporal, tornando-se vítima das larvas que se alimentam de fluidos orgânicos e tecidos vivos, causando dor intensa. Um animal não tratado é torturado lentamente e agoniza até a morte.

Não há maiores informações sobre o caso até o momento.


Veja o vídeo da denúncia por vizinhos:https://www.facebook.com/photo.php?v=279956992156788
Link da reportagem da Rede Record: http://youtu.be/FtEs-iMtyHM
Video da Busca: https://www.facebook.com/photo.php?v=194468034085976

“O psicopata dá sinais desde cedo” - Autora do livro Mentes perigosas: o psicopata mora ao lado, que já vendeu mais de 650mil exemplares.




Crimes contra Animais
O Problema é maior do que se possa imaginar

Fonte: http://www.arcabrasil.org.br/blog/tag/violencia-contra-pessoas/ ..."Desde a década de 1990, o FBI leva em consideração os históricos de crueldade contra animais nas investigações de assassinatos e crimes sexuais. Existe uma boa razão para isso: estudos científicos conduzidos por autoridades em psiquiatria das universidades americanas estabeleceram correlação entre os crimes contra animais e a violência infligida a seres humanos. Concluiu-se que uma quantidade significativa de estupradores e assassinos em série haviam iniciado suas práticas criminosas ainda na infância, dirigindo sua violência contra animais.
No Brasil, um exemplo conhecido é o do motoboy Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, que em 1998 confessou ter estuprado e assassinado 11 mulheres. O serial killer se tornou conhecido por esse apelido porque ele cometia os crimes e enterrava os corpos das vítimas no Parque do Estado, em São Paulo (SP).
Na época do julgamento, a defesa do criminoso alegou que este era mentalmente incapaz. Francisco foi então submetido a uma série de testes e exames, conduzidos por uma junta médica. O diagnóstico foi de um severo transtorno de personalidade anti-social –em termos mais antigos, psicopatia.
Na época dos crimes, a imprensa noticiou superficialmente que o motoboy apresentava antecedentes de prática de crueldade contra animais. Sobrinho de um açougueiro que mantinha um matadouro clandestino, desde pequeno Francisco gostava de assistir ao abate do gado. Ainda garoto, ele caçava rolinhas, mutilava-as e as fritava, ainda vivas. Também maltratava cães e gatos da vizinhança, com tiros de chumbinho e pedradas.
Mas por que os assassinos seriais geralmente têm os animais como suas primeiras vítimas? O principal fator que contribui para essa escolha é que pequenos animais são impotentes para se defenderem. Tornam-se assim as melhores cobaias para os futuros assassinos, que descobrem o “prazer” de causar dor e de dispor das vidas de suas vítimas.
O que fazer então?
É muito importante que a sociedade em geral se conscientize de que a violência contra animais é um problema grave, que pode aumentar de proporção e causar prejuízos ainda mais sérios à população. O papel primordial cabe à família, pois é ela quem tem condições de detectar os primeiros sinais de um comportamento potencialmente perigoso –e, a partir dessa constatação, corrigir esses padrões de forma adequada, recorrendo até ao auxílio médico e terapêutico quando necessário. Aos médicos veterinários, ficaria a responsabilidade de tomar as providências cabíveis sempre que suspeitarem de maus-tratos contra animais que porventura atendam. Psicólogos e médicos psiquiatras também precisam estar atentos a esta questão, assim como os juristas. Preparar estes profissionais para encarar situações como a de Eládia pode evitar transtornos mais graves no futuro. Dissociar um crime cometido contra um cão ou um gato dos casos de violência infligidos aos homens não é o melhor procedimento. Torna-se essencial analisar todos os âmbitos de casos como estes e procurar impedir o surgimento de novos “maníacos do parque”.
Se todos estiverem cientes de que a violência contra animais ameaça também o ser humano, todos terão muito a ganhar!"

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