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B. O. ANIMAL

Página de Registros, o Blog B.O.Animal ajuda a denunciar e arquivar casos testemunhados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal para não se deixar esquecer dos agressores (nem sempre punidos) e cúmplices de maus tratos e ocultação da verdade. Além de oferecer matérias importantes e interessantes sobre a vida animal, saúde, idade, alimentação, receitas caseiras, tirando dúvidas entre leitores sobre tratamentos e socorros!

Demos o primeiro passo, buscamos apoio e lutamos por Justiça às Vítimas, fatos que foram testemunhados e registrados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal são divulgados e arquivados, não conheceríamos os três maiores criminosos de outra forma: CAMILA CORREIA, DALVA LIMA DA SILVA e CLÁUDIO CÉSAR MESSIAS.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Cantora Rihanna processada pelo PETA


A cantora Rihanna está sendo processada pelo PETA, organização norte-americana de defesa dos animais. Segundo a entidade, a artista explora o sofrimento de animais. A porta-voz do grupo, Sandra Smiley criticou o uso de penas de avestruz na roupa da popstar. As penas compunham a blusa que Rihanna usou no lançamento de seu perfume "Reb'L Fleur", em Londres, no último dia 19.

Rihanna

"Rihanna estava exibindo propriedade roubada, as penas foram arrancadas das costas do seu proprietário. Ela já demonstrou pouca consideração por raposas, vacas e répteis, e agora adicionou as aves à lista de éspecies exploradas para seu visual duvidoso", repreendeu a ativista.

Smiley também comparou o sofrimento dos animais com a agressão que cantora sofreu de seu ex-namorado, Chris Brown, em 2008. "Estamos esperando que Rihanna, uma vítima de violência, aprenda a abrir o coração e comece a entender o sofrimento dos outros. Isso inclui os animais que são espancados, eletrocutados e envenenados para se transformarem em acessórios de moda".


Novo namoro, defesa nova - Diamond Poole

Modelo que apoiava direitos animais agora defende caça



Diamond Poole é uma modelo natural de Dallas, no Texas, que há algum tempo apoiava a PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) e outros grupos contrários à caça de animais, posando até para campanhas contra o uso de peles e couro.

Entretanto, neste mês Poole posou para um ensaio fotográfico publicado na última edição do Lone Star Outdoor News, um jornal sobre caça e pesca do Texas, conforme informou o jornal Lone Star.

À reportagem, publicada nas páginas 4 e 22 do jornal (leia aqui), a modelo declarou que, até então, a opinião dela sobre os caçadores era de que se tratava de pessoas tacanhas e loucas. Até que ela conheceu um, se interessou e passou a namorá-lo.

Abaixo, algumas das fotos de Diamon.



Caçadora: Diamond Poole apresenta seus primeiros veados de cauda branca, caçados na temporada passada. Um ano antes, a modelo de Dallas era uma ferrenha apoiadora do movimento em prol dos direitos animais. (Foto: Lone Star)

Carneiro: Outro troféu. Este foi caçado recentemente por Diamon Poole quando ela abateu um carneiro silvestre perto de Paluxy, no Texas. Ela deu todo o crédito ao namorado, Mark Watson (ao lado dela na foto), que lhe ensinou tudo sobre a vida selvagem.

http://www.anda.jor.br/2011/09/15/modelo-que-apoiava-direitos-animais-agora-defende-caca/

Sônia Abraão defende o preconceito contra Pit Bulls

Homem morre atacado por pit bull ao chegar em casa - 06/09/11


Trata-se, antes de mais nada de um homem distante à convivência do Lar onde vivia o animal e que por irresponsabilidade do dono deixou o cão solto dentro da propriedade! 
Como um animal irracional vai entender que se deve proteger o Lar mas deve reconhecer exatamente quem entra e quem sai do local? 
O que se espera do ser humano que não entende que animal se porta como tal ainda mais sem orientação de seu tutor?
Particularmente fica difícil buscar razão em se defender um homem e acusar um animal! Diante dos fatos, não vejo outro fim para este RESULTADO tão óbvio!

Pode-se juntar todos os fatos de todos os países de tragédias envolvendo a raça Pit Bull. São sempre a mesma história: "meu cão era manso, nunca atacou, não sei o que aconteceu com ele!" - frase conhecida por muitos que acompanham na TV ou os Jornais de depoimentos declarados pelos famosos "donos" de animais que se envolvem em tragédias. Logo tiram o corpo fora, típico irresponsável!
Dono que é responsável sabe exatamente o que aconteceria se ele não fosse responsável pelos atos do seu cão, uma vez que Pit Bulls fazem parte da raça irracional e não podem ser culpados de seus atos quando há a intervenção de um responsável, o racional dono. Logo toma os devidos cuidados por ele, pelo seu cão e pela sociedade!
Levar ao ar um acontecimento é uma coisa, debater sem conhecimento é outra coisa e atrapalha e muito as pessoas que buscam o melhor a partir do conhecimento e empenho. A apresentadora Sônia Abraão agiu errado e está bem claro isso a partir de sua posição baseada em "acontecimentos" e não motivos que levaram ao fato. Tudo tem explicação e a mídia vai direto ao ponto ignorando todo o resto já que o que trás audiência são as tragédias!

PIT BULL EM MÃOS ERRADAS É COMO ARMA VIVA CONTRA A SOCIEDADE!

ENTENDA A RAÇA

* "Pitbull" não é uma raça. É um termo genérico freqüentemente usado para descrever todos os cães com características semelhantes e características conhecidas do público como "pit bulls". 


A origem da raça remonta ao Século XIX. Em 1835, o parlamento inglês proibiu o esporte chamado bull baiting, um jogo sádico em queBulldogs eram usados para atacar touros trazidos à arena (com a discutível intenção de amaciar-lhes a carne). O cão atacava o touro, evitando coices e chifradas, agarrava o seu nariz ou orelha, e segurava-se até que o touro caísse. Os súbditos e a realeza da época procuravam diversão, procurando distrairem-se da violência e das doenças de seu tempo comparecendo a esses espetáculos sangrentos. Felizmente, a opinião pública forçou o governo a tomar uma medida.
Uma vez que o bull baiting foi banido, os criadores que apreciavam a rudeza, coragem e tenacidade dos buldogues voltaram sua atenção para a criação de cães para a briga (ou rinha). Começaram com o bulldog, misturaram algum sangue de terrier, e produziram,os Half and half, Pit Dogs ou Bull and Terriers,cães de pequeno porte e extrema força e dotados de maior agilidade que os buldogues de elevada força física, um cão que cumpria todas as suas expectativas. Os Bull and Terriers foram criados para agredir outros cães, matar ratos(pragas comuns na época), mostrando bravura, alta tolerância à dor, vontade de lutar até o fim, e não menos importante, afeição ao seu criador. Com o tempo passaram a se diferenciar em raças, tais como o Staffordishire Bull Terrier, o Bull Terrier, o Irish Staffordishire Bull Terrier e o Pit Bull(que não tinha um padrão para estética, mas sim em termos de temperamento).
Posteriormente, esses cães migraram para os 
Estados Unidos como cães de quinta e guardas de fronteira. Os cães do tipo físico Terriers do tipo Bull foram reconhecidos pelo UKC em 1898, sob o nome de American Pit Bull Terrier. Em 1902 a raça passou a ser reconhecida também pela ADBA, o AKC, nao reconhece o APBT como raça, por ela ainda, em alguns países, ser um cão de luta.
Hoje em dia o Pit Bull é muito polêmico. É constante o noticiário de ataques de cães desta raça em nível mundial. Ainda assim, há os que defendam que sua real face é a de um cão dócil, leal e equilibrado, baseado em suas experiências pessoais e no verdadeiro temperamento da raça, que sofre desvios diariamente, devido a cruzas indiscriminadas, assim como várias outras raças.


Pit Bull é um termo genérico que se refere a um conjunto de raças de cães, incluindo (mas não se limitando) ao American Pit Bull Terrier, o American Staffordshire Terrier e o Staffordshire Bull Terrier, e os cruzamentos entre essas raças. Costuma-se usar o termo Pit Bull para designar a raça American Pit Bull Terrier.
As características essenciais do American Pit Bull Terrier (APBT), segundo o Padrão Oficial da Raça, são a resistência e a auto-confiança. A raça gosta de agradar e é cheia de entusiasmo. O APBT é um excelente cão de companhia e é notável o seu amor por crianças. Pode ter o focinho reto ou curvo, predominando o primeiro.
Pelo fato de a maioria dos APBTs apresentarem certo nível de agressividade contra outros cães, bem como pelo fato de o seu físico ser poderoso, a raça necessita de proprietários que os sociabilizem cuidadosamente e que treinem para obediência os seus cães. São cães com um alto nível de energia, não devendo assim ficarem presos num espaço pequeno, muito menos em correntes.
A agilidade da raça torna-a num dos mais capazes caninos, portanto um muro alto é necessário para a raça. O APBT não é a melhor escolha para os que procuram cães de guarda por ser extremamente amigável mesmo com desconhecidos. Comportamento agressivo para com o ser humano não é característico da raça, portanto isso é extremamente indesejável. A raça sai-se muito bem em eventos e exposições pelo seu alto grau de inteligência e pela sua vontade de trabalhar.
O American Pit Bull e seus parentes tinham uma reputação de cães leais e confiáveis durante as primeiras décadas do século passado. Nos últimos anos, contudo, essa imagem mudou. Seus membros têm sido considerados como extremamente violentos, assassinos de crianças e merecedores de banimento em alguns países. A raça é uma das quatro mencionadas especificamente na Lei de Cães Perigosos de 1991, no Reino Unido. As outras três raças mencionadas são o Fila brasileiro, o Tosa japonês e o Dogo argentino.
Assim como há criminosos criando Pit Bulls para brigas e para amedrontar pedestres nas ruas, há também criadores sérios e éticos de APBT. Para piorar as coisas, os maus criadores muitas vezes deixam de treinar seus cães para não agredirem humanos, como os criadores do início do século passado faziam. Pelo contrário, treinam os cães para serem o mais violentos possíveis.
Como resultado, o termo Pit bull é hoje pejorativo e instiga medo em muitas pessoas. O preconceito gera lendas urbanas como a de que suas mandíbulas têm a forma de um alicate, que se trancam sob a carne de suas vítimas, exercendo dez toneladas de pressão, e não poderiam ser abertas a menos que o cão tivesse a cabeça arrancada, que sua caixa craniana é menor que seu cérebro, fazendo com que ele tenha muitas dores de cabeça e ataque até seus donos (mesma lenda que foi usada na época dos Dobermann), ou que é um cão criado em laboratório, com uma substância injetada para ficar louco e agressivo.
O resultado é o preconceito indiscriminado, que faz autoridades banirem Pit Bulls das comunidades, e companhias de seguros cancelarem seguros se a casa tiver um Pit Bull.
Na verdade, o Pit Bull é um cão inteligente, e muitos de seus exemplares são obedientes; são cães saudáveis que reclamam pouco e oferecem muito aos seus donos. Há até mesmo casos de cães que servem de guias para cegos e já são usados como cães de terapia em hospitais e clínicas para ajudarem crianças deficientes.
Assim como outros cães, Pit Bulls podem ser defensivos com relação ao seu território, mas, de modo geral, cães de luta não são territoriais. Como em todas as outras raças, alguns de seus membros mostram uma desconfiança com relação a outros animais, e uma propensão a atacar animais que se aventurem a cruzar seu caminho, no caso do Pit Bull, essa agressividade é tida como normal, visto ser um cão criado para rinhas. Como já dito, devem ser sociabilizados desde filhotes com todos os tipos de pessoas, desde crianças a idosos, pois como todo cão, podem estranhar uma criança se nunca tiverem visto uma.
E segundo resultados da American Temperament Test Society (ATTS), instituição que estuda e avalia o temperamento e comportamento de milhares de cães de diversas raças, diante de situações variadas, pessoas diferentes, o seu equilíbrio, capacidade de avaliação e reação, instinto de proteção e agressividade, o American Pit Bull Terrier teve um dos maiores índices de aprovação, estando dentre os mais dóceis e menos propensos a atacarem uma pessoa, ficando inclusive a frente de Collies, Cockers, Pastores Alemães, Golden Retrievers, e Dálmatas.
American Pit Bull Terrier é uma das únicas raças desenvolvidas, se tendo como uma das qualidades necessárias fundamentais, a completa falta de agressividade contra seres humanos


PITBULL MODERNO
Pit Bull é um termo amplamente utilizado, formando um Universo particular de cães tipo Bully.
Incluindo American Pit Bull Terrier, American Staffordshire Terrier, Staffordshire Bull Terrier, antigamente incluia os Olde Bulldogge e modernamente os American Bully, OverBully, Pocket Bully.
Descendente direto do Olde Bulldogee
A origem da raça remonta ao século XIX. Em 1835, o parlamento inglês proibiu o esporte chamado bull baiting, um jogo sádico em que Olde Bulldogees eram usados para atacar touros trazidos à arena.
O Universo Pit Bull  sempre tive a fama de cães amigos e fieis durante o seu uso no dia a dia da população anglo descendente. O preconceito gera lendas urbanas ,"quando aliado a falta de conhecimento surgem os mitos e falsas crenças baseadas no achismo", comenta Claudio, criador de cães há muito tempo.

bully 1892
Existem pitbull modernos guias de cegos e são utilizados como cães de terapia em hospitais, pesquisa pode ser realizada no facebook, dogbook, yahho, google e bing fonte wikipédia

O PITBULL MODERNO

Começou sua trajetória no american staffordshire terrier, sendo denominado modernamente de AMERICAN BULLY, sendo mais forte, amigo e tranquilo.
Possui pedigree de american staffordshire terrier, pedigree CBKC Azul e no caso do canil Amichetti, ocorreu uma seleção no sentido mais moderno de cães parrudos, saudáveis, amigos em excelência
Super American Bully / Super American Staffordshire Terrier / O Super Pitbull,
mais forte, mais largo, super manso e amigo!



Fontes: 

Animais correndo risco de voltarem aos Circos?


Ministério da Cultura propõe regulamentação de uso de animais em espetáculos



Ativistas de direitos animais, prestem atenção. O Ministério da Cultura publicou uma Portaria Interministerial de número 74/2011 cujo objetivo “é promover debates, estudos e sugerir critérios com vistas à regulamentação da participação de animais em espetáculos, eventos e apresentações em circos e outras atividades afins.”


Observatório Eco foi quem primeiro levantou a bandeira a respeito dessa iniciativa nefasta. O Grupo de Trabalho deverá apresentar a proposta de regulamentação para o assunto no prazo de 120 contados da data de publicação da portaria, que foi o dia 05 de agosto, o que será mais ou menos o dia 03 de dezembro de 2011.
O que o Ministério da Cultura pretende com isso é nebuloso já que existe um projeto de lei para proibir a participação de animais em circos em todo o país e vários estados já sancionaram leis regionais proibindo este tipo de crueldade.
Seria muito melhor que o Ministério trabalhasse para promover conhecimento e não exploração, considerando a precariedade de acesso à cultura que realmente enriquece e ilumina as pessoas. Espetáculos de tortura endurecem um povo. Como alguém pode chamar a humilhação de um animal de cultura? O Ministério deveria se envergonhar disso.
Proteste junto ao Ministério pela audácia de publicar uma portaria (74/2011) com esse teor .
Ministra de Meio Ambiente rejeita Portaria

Foto: Divulgação
Neta terça-feira, 13 de setembro de 2011, foi realizada uma reunião com a Ministra de Meio Ambiente Izabella Teixeira, com o intuito de discutir a finalidade da criação da Portaria Interministerial nº 74/2011, entre os Ministérios de Meio Ambiente e Cultura sobre a regulamentação do uso de animais na atividade circense.
Esta Portaria, criada no dia 10 de agosto deste ano, traz em seu texto o objetivo de regulamentar o uso de animais em circo e assim sanar possíveis maus-tratos que ocorrem devido a este atividade, segundo parte do texto da portaria: “Os Ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, com o objetivo de democratizar o acesso as atividades culturais e a preservação ambiental como parte da formação da cidadania, em especial de crianças, adolescentes e jovens, acabam de criar um GT (Grupo de Trabalho), que visa promover debates, estudos e sugerir critérios para regulamentar à participação de animais em espetáculos, eventos e apresentações em circo e outras atividades afins”.
Entretanto, sabemos que a atividade circense é totalmente incompatível com o uso e manutenção de animais se observando o mínimo de cuidado com o bem estar dos mesmos, por alguns motivos, como: confinamento perpétuo e em lugares minúsculos e insalubres, extrema violência nos treinamentos, perigo ao público – doenças e segurança-, transporte inadequado, etc. Também não é correto e ético dizer que a manutenção de animais em circo sirva de alguma maneira para formação cultural de crianças e adolescentes, pois esta prática, na realidade (por trás do picadeiro) só ensina como se pratica violência, subjugação e desrespeito a outras espécies.
A Ministra Izabella Teixeira foi extremamente enfática em dizer que é completamente contra o uso de animais em circos, e declarou: “Eu sou totalmente contra o uso de animais em circo há mais de 20 anos quando a discussão começou no Brasil”.
A Ministra informou que a Portaria Interministerial foi criada com o intuito de acelerar o banimento desta atividade no Brasil, pois com a criação da Portaria (Grupo de Trabalho) será possível discutir entre os dois Ministérios o que falta para a proibição de animais em circo no Brasil se tornar uma realidade, segundo a ministra: “Esta portaria foi criada com intuito de discutir, entre os dois Ministérios envolvidos, como poderemos acelerar este processo de proibição e como os circos migrarão de uma atividade com animais para outra sem o uso deles”.
A Ministra disse que um cadastramento dos circos do Brasil se faz necessário para descobrir quantos  circos possuem animais, quantos animais existem no Brasil, pois será o Ministério de Meio Ambiente em conjunto com entidades de bem estar animal que serão os responsáveis pelo remanejamento deste animais para lugares de aposentadoria, após um longa vida de exploração dentro dos circos.
O Deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) em conjunto com Antoniana Ottoni (Animal Defenders International) e Ana Nira Junqueira (WSPA-Brasil) foram os responsáveis pela convocação desta reunião com a Ministra. Desde a criação desta Portaria Interministerial, a sociedade civil, as entidades protetoras de animais e os representantes políticos engajados na causa animal estão confusos devido à movimentação contrária dos Ministérios a favor da regulamentação do uso de animais em circos, pois o movimento brasileiro e internacional caminha para o completo banimento do uso de animais neste segmento artístico.  Portanto, uma portaria que visa à regulamentação do uso de animais na atividade circense parecia, em um primeiro momento, um completo retrocesso.