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B. O. ANIMAL

Página de Registros, o Blog B.O.Animal ajuda a denunciar e arquivar casos testemunhados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal para não se deixar esquecer dos agressores (nem sempre punidos) e cúmplices de maus tratos e ocultação da verdade. Além de oferecer matérias importantes e interessantes sobre a vida animal, saúde, idade, alimentação, receitas caseiras, tirando dúvidas entre leitores sobre tratamentos e socorros!

Demos o primeiro passo, buscamos apoio e lutamos por Justiça às Vítimas, fatos que foram testemunhados e registrados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal são divulgados e arquivados, não conheceríamos os três maiores criminosos de outra forma: CAMILA CORREIA, DALVA LIMA DA SILVA e CLÁUDIO CÉSAR MESSIAS.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Cães são salvos do cardápio chinês


China

Cerca de 700 cães traficados para restaurantes são salvos da morte

ANDA

Por Daniel Vidal
Foto: Reprodução/Daily Mail
Exaustos e famintos, cerca de 700 cães foram salvos nas margens do rio Mekong, no sudoeste chinês. Foram encontradas jaulas vazias e calcula-se que o número de animais transportados ascendesse aos 1500. O destino: uma cadeia de restaurantes chinesa que serve carne de cão.
Foi através da internet que um ativista recrutou voluntários e se coordenou com as autoridades para interceptar os traficantes. Os cães são recolhidos e distribuídos entre o Laos, o Vietname, a Tailândia e a China, locais onde a carne de cão é considerada uma iguaria, apesar de tal prática ser ilegal na maioria dos países ocidentais.
Foto: Daily Mail
Enjaulados e amontoados, sem água ou comida, nem todos os animais sobreviveram. “Quando os cães nos viram, alguns começaram a rosnar, mas a maioria estava tão fraca e debilitada que nem forças tinham para fazer qualquer som”, conta Xiao Lu, membro de uma associação de proteção animal local.
Visivelmente esfomeados, os animais que ainda estavam vivos foram transportados para um abrigo, onde receberam alimentação e tratamento médico. Ainda assim, muitos não sobreviveram à jornada de quase 22 horas.
Foto: Daily Mail
“É repugnante, todos os dias cães são amontoados em pequenas jaulas, sem água, sem comida, e são transportados pelo país para serem mortos através dos métodos mais desumanos que se possa imaginar”, revela Alan Knight, chefe da International Animal Rescue.
Fonte: Sábado.pt

Caso Lobo - Messias falta pela 3ª vez em Audiência

Vergonha
http://www.rac.com.br/noticias


Dono que arrastou cão falta pela 3ª vez à audiência


Depois de ser arrastado pelas ruas de Piracicaba, cachorro teve que ter uma das patas amputadas e morreu





Apesar dos cuidados veterinários, animal não resistiu aos ferimentos e morreu
(Foto: Divulgação)


O proprietário do cão Lobo, Cláudio Cesar Messias, não compareceu à terceira audiência a respeito do caso, que aconteceu na tarde desta terça-feira (17), no Jecrim (Juizado Especial Criminal) do Fórum da Comarca de Piracicaba. 

O juiz Ettore Geraldo Avolio decidiu julgar o caso sem a presença de Messias (condição conhecida como julgamento à revelia). Messias tem sido representado pelo advogado José Silvestre da Silva. 

As testemunhas de acusação que presenciaram o animal sendo arrastado pelo carro do proprietário também não compareceram à audiência. A presidente da ONG (organização não-governamental) Vira Lata Vira Vira Vida, Miriam Miranda lamenta a ausência das duas pessoas, fato que impossibilitou uma possível decisão já na tarde de hoje. “Uma nova audiência foi marcada para o dia 5 de março”, informa. 

A nova audiência deve acontecer novamente às 15 horas. O veterinário Armando Frasson, responsável pelo atendimento de Lobo, e Miriam Miranda, presidente da Vira Lata Vira Vida, que ficou responsável pelo tratamento do cão, foram interpelados pelo advogado José Silvestre da Silva. “Ele se pegou em questões técnicas referentes ao processo”, diz. 

Miriam observa que o advogado fez diversas questões relativas à documentação de posse do animal. “Existem documentos que atestam a transferência do animal da Zoonoses e também há a autorização para cremação”. Ela está otimista em relação à decisão da justiça. “Até algum tempo atrás, seria impensável a gente participar desse tipo de julgamento em Piracicaba. Estou otimista com a seriedade com que o juiz está conduzindo o processo, sempre atento aos fatos”. 

Continuidade

O processo tem continuidade após o proprietário do animal se ausentar das duas audiências de conciliação propostas pelo Ministério Público. 

A proposta inicial indicava o pagamento de dois salários mínimos e 120 horas de prestação de serviços no Canil.
 
Instituições de proteção como a SPPA (Sociedade Piracicabana Protetora dos Animais), representada pelo presidente Luiz Américo Chitolina, e algumas pessoas aguardavam pelo resultado da audiência hoje à tarde. 

O proprietário do cão é acusado de ter arrastado o animal no início de novembro. O cão precisou ter uma pata amputada. Dias depois, acabou morrendo.


Caso Yorkshire - Polícia conclui inquérito

Polícia conclui inquérito sobre caso de cachorro espancado por enfermeira

Agressora vai ser indiciada por maus-tratos e constrangimento de criança.
'Na prática, vai ser difícil que ela seja presa', acredita delegada.


Rafaela CéoDo G1 DF


A enfermeira que espancou e matou um cachorro yorkshire em Formosa (GO), no Entorno do Distrito Federal, vai ser indiciada por maus-tratos ao animal e pelo constrangimento da filha dela, que assistiu às cenas de violência, informa a delegada Renata Brandimarte, da 2ª DP de Formosa.

O inquérito deve ser encaminhado ao Ministério Público de Goiás na próxima semana, que vai decidir se acata ou não a denúncia. Depois disso, o caso segue para o Judiciário.

A delegada explicou que se a agressora for condenada, poderá pegar pena de detenção, que costuma ter regime de cumprimento aberto ou semiaberto. “Na prática, se ela for condenada, vai ser difícil que ela seja presa. Talvez cumpra em regime semiaberto, mas isso vai depender do Ministério Público e da Justiça.”
Em dezembro, o advogado da enfermeira, Gilson Saad, disse que agresão ocorreu porque o animal havia bagunçado a casa enquanto a família estava em um restaurante. “Ela disse que perdeu a cabeça.”
“Em relação àquilo que acabou ocasionando com o cachorro, ela disse que tem profundo arrependimento. Na infância, ela sempre foi rodeada por animais, tinha contato com animais de estimação. Não há nenhum histórico pretérito que mostre esse tipo de comportamento”, afirmou o advogado na mesma época.

As imagens da agressão foram divulgadas na internet na primeira quinzena de dezembro de 2011 e mostram a enfermeira de 22 anos agredindo o yorkshire na frente da filha, uma menina de pouco mais de um ano de idade. As agressões aconteceram em novembro e o inquérito foi aberto no dia 21 do mesmo mês. As cenas geraram revolta nas redes sociais.

Segunda Renata Brandimarte, o laudo psicológico a respeito do impacto das cenas de agressão sobre a filha da enfermeira não foi conclusivo. “A informação é que é difícil analisar uma criança tão pequena, de 1 ano e 6 meses. A avaliação é mais precisa a partir dos 3 anos. Por isso, o laudo não pode informar se a criança vai ter problema por ter presenciado as cenas”, afirmou.
A pena para maus-tratos de animais varia de três meses a um ano de detenção. Quando a agressão ocasiona a morte do animal, pode ser aumentada de um sexto a um terço. Pelo que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), submeter criança ou adolescente a constrangimento é crime passível de punição de seis meses a dois anos de detenção.
Engasgado com lagartixa
A sentença pode ser agravada pelo fato de a agressão ter ocorrido de forma contínua. “Coloquei no inquérito que houve continuidade delitiva. Isso significa que as agressões não ocorreram só em um dia. As filmagens já mostram dois dias diferentes, mas testemunhas ouvidas contaram que aconteceu várias vezes. Essa caracterização pode aumentar a pena de um sexto a dois terço do tempo”, explicou a delegada.

À Polícia Civil, a enfermeira contou as circunstâncias em que as agressões filmadas ocorreram. “Ela disse que tinha saído para almoçar, que até então estava tranquila e que se irritou porque o cachorro fez necessidade na casa toda. Fez tudo aquilo por uma questão corretiva”, disse a responsável pela investigação.
Segundo o que foi apurado pela polícia, o cachorro morreu ao ser arremessado no chão, na área externa do prédio onde a enfermeira morava. A um policial que passou no local no momento, a agressora disse que o cachorro estava engasgado com uma lagartixa e que ela estava tentando ajudá-lo a desengasgar. “Nesse momento também a criança estava assistindo a tudo”, detastacou Renata Brandimarte. Conforme a investigação, o cachorro foi enterrado pelo marido da enfermeira.

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