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B. O. ANIMAL

Página de Registros, o Blog B.O.Animal ajuda a denunciar e arquivar casos testemunhados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal para não se deixar esquecer dos agressores (nem sempre punidos) e cúmplices de maus tratos e ocultação da verdade. Além de oferecer matérias importantes e interessantes sobre a vida animal, saúde, idade, alimentação, receitas caseiras, tirando dúvidas entre leitores sobre tratamentos e socorros!

Demos o primeiro passo, buscamos apoio e lutamos por Justiça às Vítimas, fatos que foram testemunhados e registrados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal são divulgados e arquivados, não conheceríamos os três maiores criminosos de outra forma: CAMILA CORREIA, DALVA LIMA DA SILVA e CLÁUDIO CÉSAR MESSIAS.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Exposição de peles em São Paulo

Fonte: Facebook

Uma exposição de peles está sendo mostrada na Craft Design, feira de artes, que está sendo realizada na Daslu, em SP. A tal Silvina expõe um horror de peles verdadeiras em tapetes, almofadas, rabos de raposa, um teatro macabro. Abaixo vai o site e contato da feira CRAFT DESIGN. Por favor deixe seu comentário para Silvina sobre a tortura financiada pela empresa: www.silvinamarotti.com


Golfinhos que 'pescam' com conchas

Golfinhos que 'pescam' com conchas surpreendem cientistas


Os golfinhos sacodem conchas no ar para tirar os peixes que estavam escondidos ali. Foto: BBC Brasil

Pesquisadores acreditam que um método de pesca com conchas pode estar se espalhando entre a população de golfinhos de Shark Bay, no Oeste da Austrália. Os cientistas fotografaram golfinhos-nariz-de-garrafa do Indo-Pacífico (Tursiops aduncus) pegando conchas com o bico e as sacudindo no ar fazendo com que a água saísse de dentro delas, assim como os peixes que estavam escondidos ali.

O pesquisador Simon Allen, da Universidade de Murdoch, diz que o comportamento - raramente visto anteriormente - parece estar se tornando mais frequente na região. E enquanto outras técnicas de pesca usadas por golfinhos são geralmente ensinadas verticalmente, de mãe para filhos, o uso de conchas pode estar sendo passado entre golfinhos do mesmo grupo.

"Se realmente estamos testemunhando a difusão horizontal deste comportamento, eu assumiria que isso acontece quando um golfinho observa atentamente um companheiro golfinho pescando com conchas e aí imita o comportamento", diz Allen. "Há uma fascinante possibilidade de que esse comportamento possa se espalhar diante de nossos olhos, ao longo de algumas pesquisas de campo, e de que possamos registrar essa difusão."


Comportamento raro

Os golfinhos de Shark Bay só haviam sido vistos levando conchas nos bicos cerca de cinco vezes durante 25 anos de pesquisas na região, mas ninguém havia conseguido explicar o comportamento. Entre 2007 e 2009, pesquisadores da Universidade de Murdoch e da Universidade de Zurique observaram que os golfinhos estavam tentando pegar peixes escondidos dentro das conchas.

Durante os quatro meses de pesquisa de campo, em 2011, em Shark Bay, os cientistas conseguiram registrar o comportamento em pelo menos seis diferentes oportunidades. Agora, eles querem descobrir exatamente como os golfinhos usam as conchas. "Ainda não sabemos se os golfinhos simplesmente seguem os peixes até que eles procurem refúgio em uma grande concha ou se os golfinhos chegam a mexer nas conchas anteriormente, talvez as virando com a abertura para cima com o objetivo de torná-las mais 'atraentes' para os peixes como um lugar de esconderijo", diz Allen.


Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5313665-EI8145,00-Golfinhos+que+pescam+com+conchas+surpreendem+cientistas.html#tarticle

Ranking da inteligência canina

Seu cachorro (assim como os meus) é classificado como gênio por você? Acha que ele entende tudo, sabe tudo e só falta sair por aí falando francês e chinês? Bom, então você deve ser igual a 9 entre 10 pessoas que são apaixonadas pelos peludos. Para comprovar – ou não – ainteligência do seu cachorrinho, entenda um pouco mais sobre o ranking dasraças mais inteligentes, feito pelo pesquisador americano Stanley Coren.

Coren publicou uma lista dos cachorros mais inteligentes no livro A Inteligência dos Cães. Opesquisador elaborou um questionário, que foi preenchido por 208 juízes americanos especializados em provas de obediência. Seu objetivo era conseguir atingir o maior número de cães e de raças. Porém, a inteligência medida nesse estudo não é aquela instintiva dos cães e sim a inteligência de obediência e trabalho. O pesquisador também dividiu as raças em seisgrupos, de acordo com a classificação de cada cão. Entenda os grupos para conhecer um pouco mais sobre o seu amigo.

Graduações de 1 a 10: corresponde aos melhores cães em termos de inteligência e obediência para o trabalho. Mostram sinais de compreensão de comandos simples após 5 repetições e não precisam de muita prática para mantê-los. Obedecem na primeira ordem dada pelo treinador em cerca de 95% dos casos e respondem aos comandos apenas alguns segundos depois de solicitado, mesmo que o dono esteja longe.

Graduação de 11 a 26: são excelentes cães de trabalho. O treinamento com simples comandos é normalmente assimilado depois de 5 a 15 repetições. Os cães lembram das ordens muito bem, mas podem melhorar com a prática. Respondem ao primeiro comando em cerca de 85% dos casos, ou mais. Ordens mais complexas a resposta é um pouco mais demorada. Demoram mais a responder se o treinador estiver distante.

Graduações de 27 a 39: precisam em média de 15 a 20 repetições antes de obedecer de forma imediata. Depois de aprender retêm os comandos com certa facilidade. Respondem logo no primeiro comando em 70% dos casos, ou melhor, dependendo da quantidade de tempo investido no treinamento. Esse grupo tem mais dificuldade em se concentrar na medida em que o treinador se distancia fisicamente.

Graduações de 40 a 54: demonstram sinais simples de compreensão da maioria dos comandos após 15 a 20 repetições. No entanto, para a obediência razoável serão necessárias de 25 a 40 experiências bem sucedidas. Treinados adequadamente apresentam um bom resultado. Se o esforço concentrado não for aplicado no início do treinamento, o cão pode perder rapidamente o hábito de aprender. Respondem no primeiro comando em 50% dos casos, mas o grau de obediência final e confiabilidade irá depender da quantidade de prática e repetições.

Graduações de 55 a 69: a capacidade de obediência e de trabalho é razoável. É preciso 25 repetições antes de começar a mostrar algum sinal de entendimento do comando novo e provavelmente 40 a 80 repetições antes de fixá-lo. Se não forem treinados várias vezes, agem como se tivessem esquecido completamente o que aprenderam. Respondem prontamente no primeiro comando em apenas 30% dos casos e obedecem melhor se o dono estiver muito perto deles fisicamente. Estes cães parecem estar sempre distraídos e obedecem apenas quando desejam.

Graduações de 70 a 79: são as raças julgadas como mais difíceis, com o menor grau de inteligência de trabalho e obediência. Durante o treinamento inicial, podem precisar de 30 a 40 repetições de simples comandos antes de mostrarem algum sinal de que fazem ideia do que se trata. Esses cães podem precisar executar mais de 100 vezes um comando de forma correta, antes de se tornarem confiáveis na sua performance.

CONFIRA O RANKING DE STANLEY COREN



Mas onde entra "Vira Latas" nesta lista? Bom, cá entre nós, se tratando de raças puras a lista pode até estar completa, mas hoje em dia, Coren não conheceu a inteligência dos Vira Latas, é ou não é?

Fonte: http://colunas.criativa.globo.com/bicharada/2011/07/03/ranking-da-inteligencia-canina-genios-de-quatro-patas/

Ringue canino: como prevenir brigas entre cães


Se você tem mais do que um cachorro em casa, é provável que já tenha presenciado algum tipo de (mesmo que apenas uma rosnada) entre seus peludos. Elas podem aparecer por disputa de território, por exemplo, e se forem sérias podem lhe causar grandes dores de cabeça. Muitos cães que brigam acabam não conseguindo mais conviverem juntos e, por isso, precisam viver separados para o resto da vida.

Para ajudar que isso não ocorra com seus amigos peludos, ou mesmo que aconteça algo semelhante durante os passeios, algumas podem ser essenciais. Com a ajuda de especialistas, o site Dogster elaborou listas de como que um cão se torne com outros animais. Confira e coloque em prática desde o primeiro dia do seu companheiro em casa.

Primeiros sinais

  1. Dorso: é comum que os pelos dessa região levantem sempre que um cão está irritado, nervoso ou agitado.
  2. Focinho: mostrar os dentes é um sinal de que seu cachorro está pronto para morder.
  3. Cabeça: fique atento se ele abaixar ou levantar demais a cabeça.
  4. Postura: antes de uma briga, a postura de um cão fica rígida e quase paralisada.
  5. Distrações: o cão fica muito atento quando está preparado para uma briga. Provavelmente ele não responderá a seus comandos.
  6. Sons: um cão que está pronto para lutar ou fica silencioso, ou ao contrário, emite um rosnado baixo.

Como prevenir as brigas entre cães

  1. Treinamento da obediência: isso é muito importante. Treine o seu cachorro diariamente com comandos como “pare”, “largue” e “atenção!”
  2. Barulho: faça barulho com uma buzina de ar comprimido ou uma lata de moedas.
  3. Alimentação separada: alimente seus filhotes diariamente em áreas separadas.
  4. Reforço positivo: o “sim” é mais importante que o “não”. Elogie seu cão desde filhote para qualquer boa interação com outros cães.
  5. Liderança: como líder, você deve sempre deixar a casa em primeiro lugar, tocá-lo a qualquer momento, mesmo que esteja dormindo no sofá ou comendo.
  6. Evite situações de tensão: na rua, preste atenção para os sinais de alerta em outros cães e mantenha o seu cachorro longe deles.
  7. Encontros: é melhor que todos os cães passeiem de coleira. Esteja alerta e puxe a coleira para trás se houver sinais de tensão com outro animal.

O que fazer caso ocorra uma briga

  1. Primeiro, mantenha a calma – é difícil, mas essencial.
  2. Cada proprietário deve retirar seu cão segurando as patas traseiras e puxando-os para longe um do outro.
  3. Deixe o local imediatamente com o seu cão devidamente na coleira.
  4. Não grite. Leve seu cão para outro local e faça comandos como “sente”, “deite”, “fique”.

Link: http://colunas.criativa.globo.com/bicharada/2011/08/20/ringue-canino-como-prevenir-brigas-entre-caes/