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B. O. ANIMAL

Página de Registros, o Blog B.O.Animal ajuda a denunciar e arquivar casos testemunhados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal para não se deixar esquecer dos agressores (nem sempre punidos) e cúmplices de maus tratos e ocultação da verdade. Além de oferecer matérias importantes e interessantes sobre a vida animal, saúde, idade, alimentação, receitas caseiras, tirando dúvidas entre leitores sobre tratamentos e socorros!

Demos o primeiro passo, buscamos apoio e lutamos por Justiça às Vítimas, fatos que foram testemunhados e registrados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal são divulgados e arquivados, não conheceríamos os três maiores criminosos de outra forma: CAMILA CORREIA, DALVA LIMA DA SILVA e CLÁUDIO CÉSAR MESSIAS.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

'Dono' mata cadela à pauladas porque estava no cio. Animal foi enterrado com a cabeça pra fora - Pelotas

 Manifesto pelo assassinato (a pauladas) da cadelinha Lassie em Pelotas dia 19/10/13!!!

Ao final da matéria você encontra imagem e vídeo (cenas fortes)
 
Diário Popular:

Cadela pode ter sido morta a pauladas pelo dono em Pelotas

Dono negou à BM a prática de maus-tratos e disse que a causa da morte foi velhice
 
Entre tantos crimes que chocam, o de maus-tratos a animais é aquele que também causa comoção. Na tarde desta quinta-feira (17) uma cadela com ferimentos foi encontrada enterrada com a cabeça para fora, na frente da casa do suposto agressor, no bairro Areal, em Pelotas. O homem afirma ter sido dono do animal que morreu de velhice e por isso foi enterrado.
Receosos, os vizinhos preferem não abordar o assunto, porém se mostraram indignados pelo fato de o suposto autor ficar impune. Relatos de alguns moradores apontaram que o homem havia matado com pauladas o animal. Entre os comentários que surgiram no local, alguns davam conta que a cadela estaria prenha e outros que estaria no cio e sangrava muito. A Brigada Militar (BM) foi acionada, compareceu ao local e foi feito um boletim de ocorrência.
O subcomandante do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM), major Enilton Gley Albuquerque, afirma que se não houve flagrante do crime, serão necessárias testemunhas, fotos ou vídeos que comprovem o ato. Diante disso, pode haver a investigação e a prisão do suposto autor. No entanto, quem afirma saber do culpado, não fez o registro.
 
Repercussão
Fabiane Costa, protetora dos animais e integrante da ONG SPA Pelotas, foi ao local assim que soube do fato. Ela explica que a polícia estava lá e que conversou com o dono da cadela. Após a conversa em que o homem falou ter enterrado a cadela, a polícia orientou que o homem a enterrasse novamente, tapando todo o corpo.
 
O acusado
No boletim de ocorrência da BM, o suposto agressor afirmou ser o dono da cadela e que ele enterrou o animal, após ter morrido de velhice, há alguns dias. Ainda segundo ele, o animal estava com a cabeça para fora, pois outros cães da vizinhança desenterraram por sentir o cheiro de carniça.
No entanto, diante da imprensa, o homem negou os fatos. A situação foi explanada e ele que, convicto afirmou não saber de nada, nem mesmo que havia algum animal enterrado ou sobre denúncia de maus-tratos na rua em que mora.
 
E agora?
O major Albuquerque adiantou que, sem testemunhas, a Polícia Civil não poderá investigar. "Precisamos de testemunhas ou de fotos que comprovem que foi ele quem matou a pauladas o animal", expõe Albuquerque. O major ainda orienta que denúncias anônimas podem ser feitas pelo telefone (53) 3227-7171.
Outros casos de maus-tratos já foram registrados no município, entre eles, em outubro de 2011, quando um homem matou dois cachorros com lanças de madeira e pontas de metal, no bairro Fragata. O acusado foi condenado em março de 2012 a prestação de serviços à comunidade e multa.
 
Lei Federal 9.605/98 - dos Crimes Ambientais
Artigo 32º - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
 

 
A imagem é forte, daí o interesse em mostrar a realidade e conscientizar pessoas que desconhecem o tamanho da gravidade a cada atrocidade cometida contra animais completamente indefesos.
 
 
 

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